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Investigação de acidente com empilhaVeja o video dessa investigação de acidente com empilhadeira

Um jovem trabalhador, recém admitido, foi a reorganizar caixas armazenadas em prateleiras em um almoxarifado. O trabalhador estava usando um tipo de empilhadeira preparada para elevar pessoas (tipo plataforma) a uma altura de 3,9 metros. Ele não estava usando nenhum equipamento de proteção contra queda. Para acessar as prateleiras, o trabalhador provavelmente saiu da plataforma do operador para uma plataforma de trabalho que foi montada com um pallet nos garfos da empilhadeira. Ele caiu da plataforma de trabalho para o piso de concreto, uma lesão grave.

CONCLUSÕES

 Apreciação da causas
O trabalhador sofreu uma queda de nível diferente sobre um piso de concreto. Não havia qualquer sistema de proteção contra quedas em uso.

Descobertas de outros fatores

    • O trabalhador não foi adequadamente treinado em proteção contra quedas ou em operação da empilhadeira.
    • A supervisão é insuficiente, e que o empregador não havia treinado o líder em responsabilidades de supervisão em matéria de saúde e segurança.
    • O projeto de extração, condições de armazenamento e plataforma de trabalho de madeira inadequadamente projetados e instalados expondo ao jovem trabalhador ao aumento do risco de uma queda.
    • O empregador não implementou um programa de saúde e segurança adequado no local de trabalho e não realizou inspeções gerais dos equipamentos e processos de trabalho.
    • O novo trabalhador e o líder eram ambos jovens trabalhadores. Nenhum trabalhador teve o conhecimento prévio, habilidades ou experiência para entender o risco extremo em que estavam quando usaram o equipamento de elevação.
Obs: Você pode adicionar as legendas em português (a tradução não é lá grande coisa, mas dá para entender). Para isso basta clicar no ícone CC - Captions no rodapé do video e selecionar Português.

Segurança nas atividades com metais fundidos

O contato da água com metais fundidos ou vice e versa pode dar origem a explosões e projeções de metal. Uma das causas mais comuns de tal contato é a entrada de água no forno junto com a sucata.

O que você precisa fazer

Em primeiro lugar, é preciso fazer uma Avaliação de Risco detalhada de todas as atividades de operações com metais fundidos.

Sugestão de leitura:

Após as avaliações de risco, elaborar um plano de ação para eliminar ou mitigar os riscos encontrados. Os controles podem ser:
  • Garantir que as sucatas não estejam úmidas antes de serem colocadas no forno;
  • Armazenar as sucatas em áreas cobertas livres de contato com água de chuva;
  • Se não for possível o armazenamento em uma área coberta, a sucata de ser colocada próximo do forno para secar e ser verificada visualmente, antes de ser colocado no forno;
  • Verificar a existência de cilindros entre a sucata que deve ser perfurados (elaborar procedimentos para essa atividade) para permitir que o líquido escoe;
  • Os empregados devem ser treinados nos procedimentos e receberem informações apropriadas sobre os perigos de trabalhar com metal fundido e a necessidade de seguir as práticas seguras de trabalho, incluindo o uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI);
  • A supervisão deve ser realizada para garantir que os trabalhadores estão seguindo as práticas de trabalho seguras.
  • Se for necessário a utilização de qualquer ferramenta que entre em contato com o metal fundido, esta deve ser aquecida antes de ser utilizada.
Operações com cargas suspensas em fundições

O que você precisa saber

Vários tipos de equipamento de elevação são utilizados nas indústrias de metal fundido para levantar e mover uma variedade de cargas. Um dos equipamentos mais comuns de de elevação é a ponte rolante. O uso de pontes rolantes pode colocar as pessoas em risco de lesão grave e por isso é importante ter certeza de que todas as operações de elevação são realizadas de uma forma segura.

O que você precisa fazer

Onde é necessário realizar operações envolvendo pontes rolantes ou outros equipamentos de elevação, alguns cuidados devem ser tomados, tais como:
  • Elaboração de procedimentos para elevação e transporte de de cargas;
  • Criar metodologia de controle de acesso aos equipamentos, de modo que  somente para pessoas autorizadas possam operá-los;
  • Supervisioná-los adequadamente;
  • Assegurar que todas as operações sejam realizadas de forma segura;
  • Elaborar plano de manutenção para as pontes rolantes;
  • Elaborar check list para as pontes rolantes e acessórios de içamento de cargas.


 Manuais Técnicos


PLANSAT - Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho - PNSST
 

Manual de Auxílio na Interpretação e Aplicação da NR-35 (Trabalho em Altura)
 

Manual de Orientações para Especificações das Vestimentas de Proteção contra Efeitos Térmicos do Arco Elétrico e do Fogo Repentino
 

Manual de Auxílio na Interpretação e Aplicação da NR-10
Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade
 

Guia de Análise de Acidentes
 

Espaços Confinados - Livreto do Trabalhador
 

Nota Técnica / DSST n.º 94/2009
Segurança para Máquinas de Panificação, Mercearia e Açougue.
 

Caminhos para Análise de Acidentes de Trabalho
 

Convenções da OIT
 

Guia Técnico de Riscos Biológicos - NR 32
 

Manual de Aplicação da Norma Regulamentadora Nº 17
 

Manual da CIPA
 

Manual Técnico da Norma Regulamentadora n.º 13
Caldeiras e Vasos de Pressão
 

Nota Técnica / DSST n.º 28/2007
Dimensionamento do Serviço Especializado de Segurança e Medicina do Trabalho - SESMT
 

Nota Técnica / DSST n.º 16/2005
Proteção de Prensas e Equipamentos Similares
 

Nota Técnica / DSST n.º 03/2004
Refrigeração Industrial por Amônia
 
  

M a t e r i a lCódigo Arquivo
Jornal Segurito - Versão PDF - CEFET AM0064
NR-10 ComentadaLuis Eduardo de Oliveira - Diretor Técnico Assessotec0063
O completo prontuário das instalações elétricas.Luis Eduardo de Oliveira - Diretor Técnico Assessotec0062
Orientações básicas para o controle da exposição a produtos químicos em fundições (Fundacentro)00061
Decreto nº 7.602 que institui a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho00060
Manual NTEP e FAP 2011 (Confederação Nacional da Industria)00059
Gerenciamento de riscos nos processos industriais.00058
Programa de controle de riscos e perdas.00057
Roteiro para inspeções de segurança.00056
Roteiro para investigação de acidentes do trabalho.00055
Lista de verificação para NR-10.00054
Procedimento para movimentação de cargas.00053
Instruções de segurança para contratadas da Petrobras.00052
Avaliação de riscos.00051
Acidente do Trabalho - Ponto de vista jurídico.00050
Fluxograma do acidente de trabalho.00049
Procedimento pós-acidente com fluídos biológicos.00048
Guia 3M para seleção de Respiradores00047
Apresentação sobre elaboração da APR00046
Projeto de Norma da ABNT - Em consulta publica00045
SST em Serviços de Limpeza e Conservação - Ariovaldo Padovani00044
Clique Aqui e faça o download do Guia Téc. Riscos Biológicos da NR-32.00043
Manual do uso correto de Equipamentos Proteção Individual00042
Enciclopédia dos termos técnicos utilizados em SST00041
Treinamento para utilização dos EPI's (PowerPoint)00040
Apresentação em PowerPoint sobre CIPA00039
Manual de implantação de canteiro de obras na construção00038
Introdução a Engenharia de Segurança Trabalho - Apostila00037
Concepção e fatores causais acidente trabalho na construção civil00036
Ficha para investigação de acidentes do trabalho00035
Exames complementares para trabalhadores em altura00034
Exposição combinada entre ruído e vibração00033
Manual de Preenchimento do Anexo II da 1800032
Prontuário de instalações elétricas00031
Treinamentos Produtos Químicos00030
Relatório de Acidente de Trabalho00029
Atestado de Saúde Ocupacional - ASO00028
Ficha de Inscrição Brigada de Incêndio00027
Ficha para Avaliação de EPI00026
Arquivo em HTML para Emissão da CAT00025
Modelo de Questionário p/ Membros da CIPA00024
Modelo Requerimento Registro SESMT00023
Planilha para Investigação de Acidente de Trabalho00022
Análise e Controle de Riscos00021
Manuais para trabalhos com andaimes.00020
Medida de Segurança para Controle Químico.00019
Manual da Coleta Seletiva.00018
Manual de Segurança no Lar.00017
Plano de atuação da brigada de incêndio.00016
Planilha de Controle de Resíduos.00015
Modelo do PGR - Programa de Gerenciamento de Risco.00014
Planilha para cálculo de hora extra.00013
Manual de Primeiros Socorros.00012
Manual do Ruído - Mais de 90 páginas00011
Guia sobre o PPP, instruções normativas e manual de ajuda para preenchimento do formulário do PPP.00010
Manual rápido sobre Incêndio00009
Código de Ética dos Técnicos de Segurança do Trabalho no Estado de São Paulo.00008
Planilha para controle estatístico de acidentes do trabalho.00007
Planilha para controle de entrega de EPI  Equipamento de Proteção Individual.00006
Planilha para controle de estoque de EPI e controle de CA - Certificado de Aprovação.00005
Manuais técnicos de extintores de incêndio portáteis.00004
Manuais técnicos de extintores de incêndio sobre rodas.00003
Dicionário da termologia utilizada na área de Segurança e Medicina do Trabalho.00002
Debate sobre o PPP realizado pelo SINTESP em São Paulo00001
Segurança do trabalho nas escolas - baixe a cartilha da FundacentroNo dia 10 de Outubro, data em que se comemora o Dia Nacional de Segurança e Saúde nas Escolas, a Fundacentro, órgão ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), lançou uma cartilha informativa sobreSegurança do Trabalho nas escolas, para os alunos do ensino fundamental e médio.
Segundo Jefferson Peixoto, pesquisador da Fundacentro, o material é importante para preparar os alunos para o mundo do trabalho. “É importante que o jovem chegue ao ambiente de serviço com noções dos seus direitos, de organização e de segurança do trabalho porque os acidentes nesses locais são preocupantes.”
Sem dúvida esse é um passo importante em direção ao que, nós Técnicos de Segurança do Trabalho esperamos - que Segurança do Trabalho seja uma disciplina, ou pelo menos, um assunto discutido de forma interdisciplinar, nas escolas.
BAIXE A CARTILHA:
Os fatores humanos na prevenção de acidentesOs fatores humanos são na maioria dos casos, os responsáveis por acidentes que vão, desde simples lesões até aqueles com elevado grau de risco ou té fatais. Compreender esses fatores é imprescindível para a correta gestão das pessoas e suas capacidades de trabalho com segurança. Os fatores humanos podem ser definidos como:
  • "Fatores humanos referem-se a fatores ambientais, organizacionais e de trabalho, e as características humanas e individuais, que influenciam o comportamento no trabalho de uma forma que pode afetar a saúde e segurança"
Esta definição inclui três aspectos inter-relacionados que devem ser considerados: o trabalho, o indivíduo e a organização:

O Trabalho

  • Incluindo áreas como a natureza da tarefa, carga de trabalho, o ambiente de trabalho, o layout e controles, e o papel dos procedimentos. As tarefas devem ser concebidas de acordo com os princípios de ergonomia para tomar conta de ambos os limites humanos e pontos fortes. Isso inclui a correspondência entre o esforço físico e/ou mental e limitações das pessoas. Aspectos mentais que incluem percepção, atenção e exigências nas tomadas de decisão.

O Indivíduo

Incluindo seu / sua competência, habilidades, personalidade, atitude e percepção de risco. Características individuais influenciam o comportamento de maneiras complexas. Algumas características como personalidade são fixas; outros, tais como habilidades e atitudes podem ser alteradas ou melhoradas.

A Organização

  • Incluindo padrões de trabalho, a cultura do local de trabalho, recursos, comunicações, liderança e assim por diante. Tais fatores são muitas vezes negligenciados durante a concepção dos postos de trabalho, mas tem uma influência significativa no comportamento individual e em grupo.
Em outras palavras, os fatores humanos se relacionam com o que as pessoas estão irão fazer (a tarefa e as suas características); e como vão fazer (o indivíduo e sua competência) e onde eles estão trabalhando (a organização e seus atributos), todos os que são influenciadas pela preocupação social mais amplo, tanto a nível local e até fora de seu ambiente de trabalho.
As intervenções nos fatores humanos não serão eficazes se considerarem estes aspectos de forma isolada. O escopo do que se entende por fatores humanos inclui sistemas organizacionais e é consideravelmente mais amplo do que as visões tradicionais de fatores humanos / ergonomia. Os fatores humanos pode, e deve, ser incluído dentro de um bom sistema de gestão de segurança e por isso pode ser examinado de forma semelhante a qualquer outro sistema de controle de risco.

Fatores Humanos: os benefícios do negócio

Se alguém acha que a segurança é um custo, é porque não sabe qual o custo de um acidente... Gerenciar falhas humanas é essencial para evitar acidentes graves e problemas de saúde, os quais podem gerar altos custos a empresa, a sua imagem e até sua permanência no mercado.
As empresas de sucesso alcançam alta produtividade e qualidade, garantindo saúde e segurança. Boa tecnologia combinada com os melhores sistemas de trabalho podem ajudar a atingir esses objetivos. Os melhores sistemas de trabalho baseiam-se em ter uma força de trabalho qualificada, com trabalhos bem elaborados que sejam apropriados às capacidades dos indivíduos.
A influência de fatores biológicos, psicológicos e organizacionais sobre um indivíduo no trabalho pode afetar sua saúde e segurança, mas também afeta a sua eficiência e produtividade.
Os indivíduos têm uma ampla gama de habilidades e limitações. Os Fatores Humanos (envolve a ergonomia) se concentra em como fazer o melhor uso desses recursos: através da concepção de postos de trabalho e equipamentos, que são próprias para as pessoas. Isto não só melhora a sua saúde e segurança, mas muitas vezes garante um melhor desempenho gerando ganhos para si (saúde e segurança) e para a organização (mais produtividade com menos custos.
Você já pensou em dominar o poder de fazer as pessoas próximas adotarem o seu ponto de vista? O que você faria se pudesse convencer qualquer pessoa a fazer aquilo que você quisesse? Pense nas implicações que isso traria para o seu dinheiro, seu trabalho e os seus relacionamentos.
O pesquisador americano Dale Carnegie foi fundo nesse tema e, depois de muita pesquisa, selecionou doze maneiras de conquistar as pessoas para o seu modo de pensar. Algumas regras são claras, mas outras são extremamente estratégicas.
O primeiro passo ensinado é que, embora a outra pessoa tenha um ponto de vista diferente do seu (do contrário você não estaria querendo fazê-la mudar de opinião), você nunca deve entrar em uma discussão. E por quê não? Por que você nunca pode vencer uma discussão sem ferir a pessoa que você venceu. Dessa forma, ela não vai adotar o seu ponto de vista.
Sendo assim, respeite a opinião alheia e nunca diga diretamente a uma pessoa que ela está errada. Quanto mais você insistir que ela está errada, mais ela passará a defender ferrenhamente o ponto de vista dela. Procure honestamente ver as coisas pelo ponto de vista alheio, tendo consciência de que você próprio, se estivesse sob as mesmas condições e sob a mesma formação educacional, estaria provavelmente pensando da mesma forma.
O quatro ponto a ser observado é que você reconheça as próprias falhas na sua argumentação. Se você diz algo como “essa idéia pode parecer meio boba mas não tive uma melhor”, a pessoa com quem você argumenta já pode olhar com outros olhos, tendo piedade. Isso não ocorrerá se você chegar certo e seguro de si sobre a melhor idéia do mundo, o que pode deixar o interlocutor com inveja.
leonidas 300 esparta 300x162 Como fazer as pessoas adotarem o seu ponto de vista em 12 passos
Uma outra tática muito eficiente é sempre começar a conversa de um modo amistoso. Procure elogiar a pessoa e observe as qualidades do ponto de vista dela para unir com as qualidades do ponto de vista que você quer que a pessoa passe a adotar.
O filósofo grego Sócrates tinha grande destreza nessa área ao fazer com que as pessoas dissessem “sim” o mais cedo possível em uma argumentação. Faça perguntas que não deixe ao interlocutor outra opção que não seja dizer “sim”. Cada “sim” que ele disser, estará mais próximo de adotar o seu ponto de vista.
Mesmo sendo você que quer fazer a outra pessoa mudar de idéia, não deixe isso claro. Na verdade, a outra pessoa deve falar durante a maior parte da conversa. Seja um ouvinte atento e faça perguntas que a estimulem a falar bastante.
Delicadamente, vá direcionando a pessoa a pensar que a sua idéia é, na verdade, idéia dela. Assim ela irá defendê-la com mais veemência até do que você próprio. É preciso ter cuidado nessa estratégia, para não parecer manipulador em demasia.
A cada ponto em que as idéias da pessoa se aproximarem das suas, mostre-se simpático a elas e ao desejo alheio. Você tem que se colocar no lugar do seu interlocutor para fazê-lo passar para o seu lado.
A décima regra diz para você apelar para os mais nobres motivos. Todo mundo se tem em alta conta, gosta de ser correto e nobre na sua própria avaliação. Aqui entram frases-chaves como “Acredito que você é um homem justo, então vai fazer…” ou “Sei que você é uma pessoa de palavra, então vai cumprir com o nosso acordo…”.
A penúltima dica diz respeito a aprender com os grandes convencedores da humanidade: os publicitários. Dramatize as suas idéias, exemplifique como elas serão úteis para a pessoa (e não para você). Lembre-se que, para a pessoa ao lado, uma simples dor de dente incomoda mais do que toda a fome na África. Para ela querer fazer o que você quer, você precisa convencê-la de que isso será importante para ela (e não para você).
Se essas 11 dicas não tiverem ainda funcionado completamente, lance um desafio. Faça a pessoa ao menos experimentar a sua idéia por um período curto de tempo. Estimule a competição. Todos nós temos o desejo de vencer, de sobrepujar, de se sobressair. Use isso a seu favor.

  1. A única maneira de ganhar uma discussão é evitando-a
  2. Respeite a opinião dos outros, nunca diga: “Você está enganado”
  3. Se estiver errado, reconheça o seu erro rápida e enfaticamente
  4. Comece de maneira amigável
  5. Consiga que a outra pessoa diga “sim, sim” imediatamente
  6. Deixe a outra pessoa falar durante boa parte da conversa
  7. Deixe que a outra pessoa sinta que idéia é dela
  8. Procure honestamente ver as coisas do ponto de vista da outra pessoa
  9. Seja receptivo às idéias e desejos da outra pessoa
  10. Apele para os mais nobres motivos
  11. Dramatize as suas idéias
  12. Lance um desafio

Essa postagem foi retirada do site http://mude.nu

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